A casa dos fundos.
Página 90.
Em um súbito repentino, senti suas mãos em minha cintura.
Suas reações demonstraram que eu estava certa, e mesmo me sufocando com sentimentos o fato de ser um objeto era minha única alternativa para tê-lo.
Encostei minha cabeça em seu ombro de maneira com que inocentemente minha boca encostasse-se em seu pescoço. Suas mãos desceram e meus olhos foram até os dele.
Um lapso de consciência surgiu, e com um tom de provocação, indagou:
- O que você está esperando?
- Nada. Só estou te abraçando!
Surgi um ar de deboche..
- Eu não vou te beijar, pode ir tirando seu cavalinho da chuva!
Permaneci calada, as armas de desespero naquele momento não eram as palavras.
Apertei-o em meus braços e ele respirou “fundo”. Percebi que havia causado nele alguma sensação.
Uma de suas mãos foi até minha perna e antes mesmo que pudesse senti-la, como um surto de autocontrole exclamou:
- SOPHIE, PARA!
Tentou se soltar, mas eu insisti.
Ao olhá-lo fixamente, ele abaixou sua cabeça para me evitar, seus olhos foram de relance em meu decote, suas mãos fecharam minha blusa de frio, tampando o que estava quase á mostra.
Sugou e soltou ar três vezes.. Pediu:
- CHEGA!
Eu o soltei. Queria tê-lo, mas não queria forçá-lo á isso.
Ele saiu e foi até a cozinha, enquanto eu, fiquei em pé em frente a televisão.
Quando voltou com uma bala na boca e um olhar malicioso, percebi que ele só estava tentando ser difícil, naquele momento me queria tanto quanto eu o desejava, mas seu orgulho estava falando mais alto.
Ele se encostou no berço que tinha grudado na parede de seu quarto. Fiquei ao seu lado, transmitindo a inocência que não tinha..
- Posso te dar outro abraço?
Ele sorriu, mas deixou claro..
- Apenas um abraço!
Em um súbito repentino, senti suas mãos em minha cintura.
Suas reações demonstraram que eu estava certa, e mesmo me sufocando com sentimentos o fato de ser um objeto era minha única alternativa para tê-lo.
Encostei minha cabeça em seu ombro de maneira com que inocentemente minha boca encostasse-se em seu pescoço. Suas mãos desceram e meus olhos foram até os dele.
Um lapso de consciência surgiu, e com um tom de provocação, indagou:
- O que você está esperando?
- Nada. Só estou te abraçando!
Surgi um ar de deboche..
- Eu não vou te beijar, pode ir tirando seu cavalinho da chuva!
Permaneci calada, as armas de desespero naquele momento não eram as palavras.
Apertei-o em meus braços e ele respirou “fundo”. Percebi que havia causado nele alguma sensação.
Uma de suas mãos foi até minha perna e antes mesmo que pudesse senti-la, como um surto de autocontrole exclamou:
- SOPHIE, PARA!
Tentou se soltar, mas eu insisti.
Ao olhá-lo fixamente, ele abaixou sua cabeça para me evitar, seus olhos foram de relance em meu decote, suas mãos fecharam minha blusa de frio, tampando o que estava quase á mostra.
Sugou e soltou ar três vezes.. Pediu:
- CHEGA!
Eu o soltei. Queria tê-lo, mas não queria forçá-lo á isso.
Ele saiu e foi até a cozinha, enquanto eu, fiquei em pé em frente a televisão.
Quando voltou com uma bala na boca e um olhar malicioso, percebi que ele só estava tentando ser difícil, naquele momento me queria tanto quanto eu o desejava, mas seu orgulho estava falando mais alto.
Ele se encostou no berço que tinha grudado na parede de seu quarto. Fiquei ao seu lado, transmitindo a inocência que não tinha..
- Posso te dar outro abraço?
Ele sorriu, mas deixou claro..
- Apenas um abraço!
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