A casa dos fundos.
Página 99.
Carlota diz: Que.. Eles conversaram e decidiram permanecerem amigos. E nada, além disso.
Confesso que um súbito de vilã surgiu em meu interior, com o sorriso irônico e sarcástico. Meu pensamento, indagou as suas defensoras: “Ué, ele não era dela?” Eu sabia que essa decisão não teria vindo de Patrícia, pois ela realmente sentia algo por ele. Mas Richard, ah.. Esse novo Richard era tão previsível. Pude respirar o ar da tranqüilidade. Mas por pouco tempo, que sufoco.. Como é que dizem mesmo: “alegria de pobre dura pouco”.
Entre idas e vindas, descidas e subidas.. Richard continuava sendo fixamente meu, mesmo seus lábios passando por outras. Mais a bomba relógio do “tictac” inesperado estava prestes a explodir!
Com o vínculo "bambo", parecia que Richard nunca havia esquecido Carlota. Foi pelas palavras dela, que fiquei sabendo o quanto ele estava correndo atrás, o quanto ele queria tê-la de volta.
Minha mente sempre tinha que ficar ocupada com coisas negras que me fizessem desistir da vida! Eu já conseguia imaginar tudo que viria pela frente, um segundo golpe de uma “amiga” e a perca definitiva de um ex-namorado, já que parecia que o sentimento dele por ela era realmente recíproco.
Lá vamos nós, a caminho de mais uma tragédia.
Quando meu instinto feminino, percebeu que Carlota estava ficando comovida, tentei passar em palavras tudo que estava sentindo, mas ela estava tão confusa quanto eu apavorada. Não poderia obrigá-la a nada, apenas esperava que a nossa amizade prevalecesse, mas ninguém resistiria aos encantos de Richard e eu não queria estar viva para ver isso acontecer.
Lembro-me de me trancar no banheiro e após encharcar-me com um banho de lágrimas, tomei uma Sminorff - minha primeira bebida alcoólica - misturada com diversos comprimidos médicos.
Já "zonza" subi as escadas e no topo dela, me virei de costas.
Senti saudades dele pela ultima vez, saboreei o salgado de minha lágrima.
Pensei em meus familiares, e tentei desistir. Mas no meu raciocínio eles sofreriam menos se eu não estivesse presente para lhes darem 'dor de cabeça'. Meu coração teve uma pontada aguda, quando me lembrei de minha mãe entrando na cozinha abismada por me ver pegando escondido uma caixinha de Fluoxetina. Remédio perigoso, ela sabia meu objetivo. Brigou, ofendeu, se irritou! Mas eu a vi chorando escondido, ela sofria por mim. Ela não sabia o que fazer, e talvez realmente não tivesse o que se fazer! Como me machucava imaginar o que se passava na cabeça de uma mãe desesperada, de um pai sem soluções e de uma irmã revoltada.
Todos surtando com a minha situação e eu querendo apenas acabar com isso da maneira mais rápida e com o certificado de garantia "eterna" de que as dores nunca mais irião voltar.
Olhei para o céu na janela, pedi perdão pelo ato.
Quando exatamente três pássaros passaram por onde minha visão estava focada, eu senti de maneira nítida que era a hora.
Dominada por um impulso, com o corpo leve, deixei-me levar.. Me joguei!
Senti uma dor insuportável com as batidas de meu corpo contra as quinas e as paredes de canto, cada degrau perfurando minha pele. Senti minha cabeça batendo em algo.. "Apaguei" [..]
Carlota diz: Que.. Eles conversaram e decidiram permanecerem amigos. E nada, além disso.
Confesso que um súbito de vilã surgiu em meu interior, com o sorriso irônico e sarcástico. Meu pensamento, indagou as suas defensoras: “Ué, ele não era dela?” Eu sabia que essa decisão não teria vindo de Patrícia, pois ela realmente sentia algo por ele. Mas Richard, ah.. Esse novo Richard era tão previsível. Pude respirar o ar da tranqüilidade. Mas por pouco tempo, que sufoco.. Como é que dizem mesmo: “alegria de pobre dura pouco”.
..O tempo que não para continuou andando..
Aos poucos tentei recuperar a amizade de Patrícia, eu tinha um sentimento enorme por ela, apesar de todas as decepções, nunca consegui odiá-la de verdade. Entre idas e vindas, descidas e subidas.. Richard continuava sendo fixamente meu, mesmo seus lábios passando por outras. Mais a bomba relógio do “tictac” inesperado estava prestes a explodir!
Com o vínculo "bambo", parecia que Richard nunca havia esquecido Carlota. Foi pelas palavras dela, que fiquei sabendo o quanto ele estava correndo atrás, o quanto ele queria tê-la de volta.
Minha mente sempre tinha que ficar ocupada com coisas negras que me fizessem desistir da vida! Eu já conseguia imaginar tudo que viria pela frente, um segundo golpe de uma “amiga” e a perca definitiva de um ex-namorado, já que parecia que o sentimento dele por ela era realmente recíproco.
Lá vamos nós, a caminho de mais uma tragédia.
Quando meu instinto feminino, percebeu que Carlota estava ficando comovida, tentei passar em palavras tudo que estava sentindo, mas ela estava tão confusa quanto eu apavorada. Não poderia obrigá-la a nada, apenas esperava que a nossa amizade prevalecesse, mas ninguém resistiria aos encantos de Richard e eu não queria estar viva para ver isso acontecer.
Lembro-me de me trancar no banheiro e após encharcar-me com um banho de lágrimas, tomei uma Sminorff - minha primeira bebida alcoólica - misturada com diversos comprimidos médicos.
Já "zonza" subi as escadas e no topo dela, me virei de costas.
Senti saudades dele pela ultima vez, saboreei o salgado de minha lágrima.
Pensei em meus familiares, e tentei desistir. Mas no meu raciocínio eles sofreriam menos se eu não estivesse presente para lhes darem 'dor de cabeça'. Meu coração teve uma pontada aguda, quando me lembrei de minha mãe entrando na cozinha abismada por me ver pegando escondido uma caixinha de Fluoxetina. Remédio perigoso, ela sabia meu objetivo. Brigou, ofendeu, se irritou! Mas eu a vi chorando escondido, ela sofria por mim. Ela não sabia o que fazer, e talvez realmente não tivesse o que se fazer! Como me machucava imaginar o que se passava na cabeça de uma mãe desesperada, de um pai sem soluções e de uma irmã revoltada.
Todos surtando com a minha situação e eu querendo apenas acabar com isso da maneira mais rápida e com o certificado de garantia "eterna" de que as dores nunca mais irião voltar.
Olhei para o céu na janela, pedi perdão pelo ato.
Quando exatamente três pássaros passaram por onde minha visão estava focada, eu senti de maneira nítida que era a hora.
Dominada por um impulso, com o corpo leve, deixei-me levar.. Me joguei!
Senti uma dor insuportável com as batidas de meu corpo contra as quinas e as paredes de canto, cada degrau perfurando minha pele. Senti minha cabeça batendo em algo.. "
vc é doida nunca qe eu faria isso por Homem nenhum .. seeu pai tinha razao vc precisava ser tratar com ajuda médica pelo amor de Deus só lembrando uma coisinha Quem tira sua propria vida não tem perdão nunca mais só Deus tem o dom de dar e tirar uma vida e aqui uma perguntapara vc Quem te garante qe suas dores iam acabar depois qe vc morresse ? pra onde será qe sua alama iria ? hoj sei q vc vai a igreja e espero q vc tenha se arrependido de tudo qe vc fez um dia com vc mesma
ResponderExcluirOlá querido anônimo, obrigado pelas palavras. Só gostaria de realçar que Sophie é só uma personagem. Obrigado!(:
ResponderExcluiré concerteza mais essa hsitoria é baseada em fatos reais née ? Então pronto Sophie foi uma OTARIA
ResponderExcluirÉ baseada em fatos reais sim. E Sophie não foi uma otária, porque você não sabe nem metade do que ela passou. E qualquer outra pessoa no lugar dela, teria sido mais fraca. Sophie foi forte, porque ela foi uma das poucas garotas que sofreu por um sentimento recíproco, garotas de hoje em dia sairiam - desculpe o termo - "dando" para qualquer garoto que aparecesse, para esquecer o ex. :)
ResponderExcluirConcordo com você Nayara (y'
ResponderExcluirPessoas FÚTEIS como você, não sabe valorizar a si mesmo (a). Ou até mesmo medir a sua palavras, e comentários!. saiba entender a história, e no termino dela, você estara "consagrada" a chingar, ofender a personagem, caso contrário, não! *-*
ResponderExcluir