A casa dos fundos.
Página 35.
- Juízo vocês dois hein?! E tratem de dormir cedo!
Richard concordou com ela, trocamos sorrisos e ela subiu. Permaneci no mesmo lugar em que estava, do outro lado da sala, no outro sofá, intacta, olhando fixamente para ele. Tudo que se podia ouvir eram as vozes da televisão. Ele se levantou e fechou a porta da sala. Segurou minha mão e me guiou até o sofá maior, fazendo com que eu me sentasse ao seu lado. Eu ainda não tinha decidido. E meu coração estava prestes - exageradamente falando - á ter uma parada cardíaca.
- Vamos assistir tv?
Eu falei descaradamente. Percebi em seus olhos que não era isso que ele queria ouvir, mas ele apenas balançou a cabeça e concordou. Novamente deixou com que eu me sentasse no canto do sofá e encostou outra vez sua cabeça em mim.
Sentia suas mãos fazendo carinho no meu braço e demos bastantes risadas com um programa que estava passando na tv. Já eram quase 3h da madrugada e o sono já estava quase me invadindo por inteira, quando Richard voltou seu rosto para o meu e digo com toda certeza, começou a me admirar.
- Cansou do programa de televisão?!
- Estou vendo algo muito melhor agora na minha frente. Melhor e mais bonito!
Quando eu sorri, ele me encheu de selinhos. E eram selinhos inacabáveis. Com tom de irônia interrompi sua "sessão de beijos".
- Eita! Tudo isso é amor?!
Ele deu um sorriso de canto de boca.
- É, é amor. É amor e tudo o que você quiser chamar.
E mal terminou de pronunciar suas palavras quando senti seus lábios se envolverem nos meus novamente. Dessa vez, sem delongas, ele me beijou com toda intensidade. Já ofegante, ele se colocou sobre mim outra vez e senti um "calor" me dominando quando nossos corpos encostaram-se um no outro. Eu já sabia o objetivo dele e por mais que me esforçasse naquele momento, eu não conseguia pensar, nem ouvir meus pensamentos. A única coisa que ouvia era o desejo que eu estava sentindo e Richard só fez ele se aguçar quando suas mãos outra vez exploraram meu corpo. Ele desceu com sua boca para meu pescoço e entre beijos molhados, sugava levemente minha pele e aquilo provocava uma sensação em mim indescritível. Sua mão ia passeando por todo meu corpo e parava para apreciar justamente meus pontos fracos. Quando nossos lábios voltaram a se juntar, minhas reações já falavam por mim e parecia que Richard sabia entende-las muito bem. Foi com sua boca até minha orelha e enquanto sua respiração forte fazia com que eu arrepiasse por inteira, sentia seus dentes morderem de leve minha orelha. Ele desabotôo e abriu o zíper de sua calça e a abaixou junto com sua roupa íntima até os joelhos. E então, ele ligou-se a mim. "As palavras" que o corpo de Richard dizia eram claras. Aquelas sensações nos levaram a um transe hipnótico, que fez com que nos sentíssemos ligados de uma maneira incalculável. Ele manteve seu rosto na mesma direção dos meus e nossos olhos se encaravam, quase não piscávamos. Via sua boca se mexer, mas não ouvia nenhum som. Sua respiração tomava intensidade a cada segundo e a minha o acompanhava. Quando ele estava quase fechando os olhos tentei empurrá-lo de maneira com que entendesse, e ele saiu de cima de mim.
Ele parecia um tanto assustado. E eu tentei não transparecer o que senti após aquilo. Estava ali, Richard e eu, sentados um ao lado do outro e não trocamos uma palavra. Tudo dentro da minha mente permanecia mudo. E enquanto meus sentidos voltavam ao normal, meus olhos só conseguiam enxergar o chão. Ele se levantou para ir ao banheiro e antes mesmo que ele fosse eu o interrompi.
- Vou dormir com a Valerie, no quarto dela. E você dorme no meu tá bom?!
- Tá mas.. Você já vai dormir?
- É.. já passou da hora. Boa noite!
Ele permaneceu com os olhos em minha direção. Eu o abracei.
- Obrigado. Eu te amo Sophie Bianch.
- Eu também.
E subi para o quarto de Valerie.. Sem olhar para trás.
A noite passou rápido, deve ser porque mal tinha acabado de deitar na cama e já adormeci.
Acordei com os raios de sol transparecendo a porta de vidro. Minha irmã já não estava mais no quarto. Levantei-me, escovei os dentes e lavei o rosto. Fui até meu dormitório e Richard permanecia dormindo, com o rosto completamente angelical. Apesar de sua aparência ser perfeita eu ainda o preferia acordado. E a única forma de fazer com que eu não pensasse sobre tudo que tinha acontecido na noite anterior era me distraindo com o próprio Richard. Até porque, desde o momento que meus olhos enxergaram a luz daquele dia, algo lá no meu interior, que era chamado por mim de pressentimento, nesse caso ruim, estava me incomodando.
- Juízo vocês dois hein?! E tratem de dormir cedo!
Richard concordou com ela, trocamos sorrisos e ela subiu. Permaneci no mesmo lugar em que estava, do outro lado da sala, no outro sofá, intacta, olhando fixamente para ele. Tudo que se podia ouvir eram as vozes da televisão. Ele se levantou e fechou a porta da sala. Segurou minha mão e me guiou até o sofá maior, fazendo com que eu me sentasse ao seu lado. Eu ainda não tinha decidido. E meu coração estava prestes - exageradamente falando - á ter uma parada cardíaca.
- Vamos assistir tv?
Eu falei descaradamente. Percebi em seus olhos que não era isso que ele queria ouvir, mas ele apenas balançou a cabeça e concordou. Novamente deixou com que eu me sentasse no canto do sofá e encostou outra vez sua cabeça em mim.
Sentia suas mãos fazendo carinho no meu braço e demos bastantes risadas com um programa que estava passando na tv. Já eram quase 3h da madrugada e o sono já estava quase me invadindo por inteira, quando Richard voltou seu rosto para o meu e digo com toda certeza, começou a me admirar.
- Cansou do programa de televisão?!
- Estou vendo algo muito melhor agora na minha frente. Melhor e mais bonito!
Quando eu sorri, ele me encheu de selinhos. E eram selinhos inacabáveis. Com tom de irônia interrompi sua "sessão de beijos".
- Eita! Tudo isso é amor?!
Ele deu um sorriso de canto de boca.
- É, é amor. É amor e tudo o que você quiser chamar.
E mal terminou de pronunciar suas palavras quando senti seus lábios se envolverem nos meus novamente. Dessa vez, sem delongas, ele me beijou com toda intensidade. Já ofegante, ele se colocou sobre mim outra vez e senti um "calor" me dominando quando nossos corpos encostaram-se um no outro. Eu já sabia o objetivo dele e por mais que me esforçasse naquele momento, eu não conseguia pensar, nem ouvir meus pensamentos. A única coisa que ouvia era o desejo que eu estava sentindo e Richard só fez ele se aguçar quando suas mãos outra vez exploraram meu corpo. Ele desceu com sua boca para meu pescoço e entre beijos molhados, sugava levemente minha pele e aquilo provocava uma sensação em mim indescritível. Sua mão ia passeando por todo meu corpo e parava para apreciar justamente meus pontos fracos. Quando nossos lábios voltaram a se juntar, minhas reações já falavam por mim e parecia que Richard sabia entende-las muito bem. Foi com sua boca até minha orelha e enquanto sua respiração forte fazia com que eu arrepiasse por inteira, sentia seus dentes morderem de leve minha orelha. Ele desabotôo e abriu o zíper de sua calça e a abaixou junto com sua roupa íntima até os joelhos. E então, ele ligou-se a mim. "As palavras" que o corpo de Richard dizia eram claras. Aquelas sensações nos levaram a um transe hipnótico, que fez com que nos sentíssemos ligados de uma maneira incalculável. Ele manteve seu rosto na mesma direção dos meus e nossos olhos se encaravam, quase não piscávamos. Via sua boca se mexer, mas não ouvia nenhum som. Sua respiração tomava intensidade a cada segundo e a minha o acompanhava. Quando ele estava quase fechando os olhos tentei empurrá-lo de maneira com que entendesse, e ele saiu de cima de mim.
Ele parecia um tanto assustado. E eu tentei não transparecer o que senti após aquilo. Estava ali, Richard e eu, sentados um ao lado do outro e não trocamos uma palavra. Tudo dentro da minha mente permanecia mudo. E enquanto meus sentidos voltavam ao normal, meus olhos só conseguiam enxergar o chão. Ele se levantou para ir ao banheiro e antes mesmo que ele fosse eu o interrompi.
- Vou dormir com a Valerie, no quarto dela. E você dorme no meu tá bom?!
- Tá mas.. Você já vai dormir?
- É.. já passou da hora. Boa noite!
Ele permaneceu com os olhos em minha direção. Eu o abracei.
- Obrigado. Eu te amo Sophie Bianch.
- Eu também.
E subi para o quarto de Valerie.. Sem olhar para trás.
A noite passou rápido, deve ser porque mal tinha acabado de deitar na cama e já adormeci.
Acordei com os raios de sol transparecendo a porta de vidro. Minha irmã já não estava mais no quarto. Levantei-me, escovei os dentes e lavei o rosto. Fui até meu dormitório e Richard permanecia dormindo, com o rosto completamente angelical. Apesar de sua aparência ser perfeita eu ainda o preferia acordado. E a única forma de fazer com que eu não pensasse sobre tudo que tinha acontecido na noite anterior era me distraindo com o próprio Richard. Até porque, desde o momento que meus olhos enxergaram a luz daquele dia, algo lá no meu interior, que era chamado por mim de pressentimento, nesse caso ruim, estava me incomodando.
A hitoria fica cada vez mais viciiiante haha
ResponderExcluirPAAAARABENS !
Ahwn! Obrigado, super obrigado, de coração <3
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